⚠ Você deita, mas não relaxa. Seu corpo repousa, mas a cabeça continua rodando. Seu maxilar está travado, os ombros duros, o peito comprimido, como se o modo alerta tivesse esquecido de desligar.
A verdade é que muita gente esqueceu como se relaxa de verdade. E isso não é frescura: é o sistema nervoso preso no modo de sobrevivência. 😶
✨ É aí que entra a Calatonia.
Essa técnica foi criada por Pethö Sándor, um médico húngaro que percebeu, ainda no pós-guerra, que soldados traumatizados apresentavam respostas físicas de defesa, mesmo longe do perigo. Ele começou, então, a aplicar toques sutis, nos pés, e percebeu reações profundas: tremores, respiração mais leve, relaxamento involuntário, sonhos mais vívidos, sensação de segurança e até emoções emergindo com suavidade. 💛
🦶 Por que os pés?
Porque são áreas altamente sensíveis, com milhares de terminações nervosas. Ao aplicar um toque leve e sustentado nos pés, a Calatonia comunica ao sistema nervoso central que não há ameaça presente. Com isso, o corpo começa a sair, aos poucos, do estado de hipervigilância e entra em um ritmo mais fisiológico, restaurador.
💡 O toque não invade, não manipula, não exige nada. Ele apenas permite. Permite que o corpo sinta-se seguro o bastante para baixar a guarda. Permite que a mente desacelere sem esforço. Permite que sentimentos venham à tona sem drama, só com presença. 🌻
Não é mágica. É neurofisiologia aplicada com delicadeza. 😉
E para quem carrega tensão crônica, ansiedade, exaustão emocional ou até uma desconexão consigo mesmo, essa experiência pode ser profundamente transformadora. 👇
Porque, às vezes, o botão de “desligar” que você tanto procura… não está na cabeça.
Está nos pés! 🫶